quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Mulheres bebem mais que homens em Sorocaba-SP
José Maria Tomazela - O Estado de S. Paulo
Pesquisa coordenada pela Universidade de Sorocaba (Uniso) revela que as mulheres sorocabanas são campeãs no consumo de álcool. De acordo com o levantamento, 51% delas disseram consumir bebidas alcoólicas pelo menos três vezes por mês, mais que o triplo da média nacional, que é de 16%. Do total, 20% bebem até três vezes por semana, o dobro da média do público feminino no Brasil. De acordo com o pesquisador Rafael Sartorelo, do curso de Hotelaria, o estudo trouxe à luz informações inéditas sobre um tema que costuma gerar polêmica.
Uma dessas informações é que as mulheres de Sorocaba bebem mais que os homens, embora estes sejam bebedores mais contumazes que a média nacional. Apenas 35% do público masculino informou beber pelo menos três vezes por mês, contra 19% da média brasileira. O número de mulheres que se abstêm do álcool é bem mais baixo, em Sorocaba, que a média nacional: 16% das mulheres sorocabanas disseram que nunca bebem. No País, a média é de 59%. Para confrontar a pesquisa local com os dados nacionais foram utilizados estudos de especialistas que são referência na área, como Marcos Romano e Marcelo Laranjeira.
Entre os abstêmios do sexo masculino, as pesquisas também apontam menor proporção em Sorocaba do que na média nacional. Na cidade, 22% dos entrevistados disseram que não bebem nunca; considerando-se o Brasil inteiro, a abstinência chega a 35%.
O objetivo da sondagem, de acordo com Sartorelo, foi reunir subsídios que permitam conhecer os hábitos de consumo de bebidas alcoólicas na cidade e identificar as preferências dos moradores. Os dados foram coletados durante o mês de agosto, por meio de questionários respondidos por grupos de 50 homens e 50 mulheres de todas as faixas etárias a partir dos 18 anos de idade, representativos de todas as camadas econômicas e culturais.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Sorocaba inaugurou a maior fábrica de máquinas agrícolas da Case New Holland no mundo! (em inglês)
Case New Holland launches Brazil's biggest ever machine industry investment -
The new Industrial Complex in Sorocaba features a CASE agricultural and construction machine factory and a modern Parts Logistics and Distribution Center that will generate up to 6 thousand direct and indirect jobs.
SOROCABA, Brazil - (March 2, 2010) - March 2nd, 2010 marks the opening of the new Case New Holland Industrial Complex in Latin America. The facility includes a CASE factory and a modern CNH Parts Logistics and Distribution Center and is located in the city of Sorocaba (SP). The opening of this Industrial Complex is expected to generate 3,000 direct jobs, and up to 6,000 including indirect jobs in the region in two years, when the factory reaches full production capacity.
The project required an investment of R$ 1 billion and is part of the Fiat Group investment plan for the years 2007-2011 announced in November, 2006, by Sergio Marchionne, Fiat Group CEO, during a meeting with investors. With this factory, the Fiat Group significantly increases its operation in the state of São Paulo and it is also the biggest, single machine industry investment in the history of the country.
The objective is to increase agricultural and construction machine production, which today takes place at the Curitiba (PR), Piracicaba (SP) and Contagem (MG) facilities, and to manufacture components for machines produced at other company locations in Brazil. The Sorocaba factory will produce equipment to supply the domestic market, as well as exporting to other Latin American countries and more than 50 countries around the world.
"Sorocaba is going to produce agricultural and construction machines that are part of the world platform of the two brands. It will allow us to increase our production to better serve the agricultural and construction markets", said Valentino Rizzioli, president of Case New Holland for Latin America and executive vice-president of the Fiat Group.
The Industrial Complex has a total area of 160,000 meters square (104,000 for the factory and 56,000 for the DC). It will have an annual production capacity of 8,000 units. The same site also includes the largest CNH Parts Distribution Center in Latin America. It is also one of the most modern in the Fiat Group with 56,000 meters square of built area, latest generation conveying and packing equipment, and storage capacity for 180,000 locations.
World Class in Logistics
The enterprise features the most efficient logistics and distribution systems, based on the World Class Logistics concept, and aims to reach the highest levels of excellence. The structure was designed to achieve the greatest operational speed through the whole logistics chain, from the supplier to the end customer, at over 500 points in Latin America.
Among the main pillars of World Class Logistics structuring are worker safety, excellence in customer service, continuous improvement, quality control, and work area organization.
New state-of-the-art software has been implemented to ensure the facility works with due agility and includes a new order input, planning and parts purchase system. This system integrates all the CNH parts depots in the world, ensuring greater agility in making parts available for end customers.
World class production
The factory is fully aligned with the CNH Global world production system and World Class Manufacturing, the world manufacturing system adopted by the Fiat Group.
Synonymous with high technology, the new manufacturing facility has the latest generation equipment, like laser cutting machines for steel plates of up to 25mm with automatic feeder, robotic welding stations, overhead conveyors for parts and components; as well as the most modern painting systems: immersion electrophoretic painting and low temperature acrylic painting.
Beside machines, the new plant will produce components for equipment made at other CNH units, such as the one in Piracicaba where cane harvesters are manufactured, and for export as well.
"We will have sequence manufacturing with continuous flow, which allows to produce better and faster, which favors increased competitiveness and trading high technology products for the domestic and international markets", Rizzoli adds.
Labor
Construction of the factory took 18 months. During that period, Case Construction Equipment and Case IH boards already started operating at the new factory. Also, the new Parts Logistics and Distribution Center has been in operation in Sorocaba since the beginning of the year.
At present, there are more than 800 employees working in the Industrial Complex. Contracting is still going on and the forecast is to reach the workforce of 3,000 employees when this facility reaches its full production capacity. It is also expected to generate a further 4000 indirect jobs in the region.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Fiat quer ampliar investimento e pode fabricar Chrysler no País
O Estado de S. Paulo - 03/03/2010
O presidente mundial da Fiat, Sergio Marchionne, disse ontem em Sorocaba, interior de São Paulo, que o grupo pretende ampliar os investimentos no Brasil por considerar que a economia do País é "sólida e estável". Ele participou, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da reinauguração da fábrica de máquinas agrícolas da Case New Holland (CNH), empresa do grupo Fiat.
A fábrica ficou fechada desde 2001, após enfrentar uma crise na área agrícola, e foi totalmente modernizada para a reabertura, processo que exigiu investimentos de R$ 1 bilhão. Ao todo, o grupo completa este ano um plano de investimentos de R$ 6 bilhões (incluindo a fábrica de automóveis de Betim (MG), iniciado em 2008. A expectativa do mercado é de que a Fiat anuncie em breve o programa de investimentos para os próximos anos.
Segundo Marchionne, a economia brasileira está com saúde robusta e as previsões para 2010 indicam crescimento de pelo menos 5%. "Queremos crescer com o Brasil", afirmou. A CNH de Sorocaba é a maior fábrica de colhedoras agrícolas do mundo, com capacidade para 8 mil máquinas por ano.
Marchionne lembrou que a Fiat está no Brasil desde a década de 50 e, nos próximos cinco anos, quer reforçar sua presença no País. Destacou o papel de liderança brasileira na América Latina, um dos principais mercados do grupo no setor agrícola. "Hoje, o Brasil é um dos lugares em que os investimentos encontram ambiente mais seguro."
O executivo disse estar convencido de que os fundamentos macroeconômicos do País são duradouros no cenário internacional. "Os investimentos que decidimos fazer refletem essa estabilidade." Ele disse à agência Reuters que avalia a possibilidade de produzir veículos da marca americana Chrysler no País. Segundo Marchionne, a linha Jeep "seria a mais adequada". Globalmente, após a aliança com a Chrysler, o foco do grupo italiano é consolidar a parceria e administrar operações recentes, como a da China.
No Brasil, a fábrica de automóveis em Betim produz 800 mil unidades ao ano. O País foi um dos únicos no mundo a apresentar crescimento de vendas em 2009, de 11,4% em relação a 2008, apesar da crise.
Parte do investimento da nova fábrica foi financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A fábrica produzirá inicialmente colheitadeiras para grãos. Também fará componentes de máquinas para a construção civil.
O fechamento da fábrica anterior ocorreu antes da fusão da Case com a New Holland - que criou a CNH, depois adquirida pela Fiat. A nova unidade foi construída no mesmo terreno. Agora, a empresa passa a ter quatro fábricas: as outras ficam em Piracicaba (SP), Curitiba (PR) e Contagem (MG).
De acordo com o presidente da CNH para a América Latina, Valentino Rizzioli, a decisão de investir na nova unidade foi tomada há dois anos, antes da crise internacional. O fato de o Brasil não ter sofrido o impacto da crise levou o grupo a manter o projeto.
CONTRATAÇÕES
A empresa aposta no grande potencial de crescimento do agronegócio brasileiro. Há planos de fabricar também máquinas para o plantio e a colheita de cana. O empreendimento abriga um centro de distribuição que atenderá a América Latina. A CNH já contratou 800 trabalhadores para a unidade de Sorocaba, mas a previsão é de chegar a dois mil funcionários futuramente. O grupo faturou US$ 12,7 bilhões em 2009. No Brasil, o faturamento foi de R$ 3,8 bilhões.
CNH inaugura complexo de R$ 1 bilhão em Sorocaba
Valor Econômico - 26/02/2010
O vermelho e amarelo, sob a bandeira do grupo Fiat, poderiam indicar que uma fábrica da Ferrari estaria se instalando no interior de São Paulo. Os veículos que sairão a partir da próxima semana da unidade de Sorocaba (SP), no entanto, vão atender uma outra demanda, a de agricultores do Brasil e da América Latina interessados nas colheitadeiras das marcas Case e New Holland, que formam a CNH - braço de máquinas agrícolas da Fiat no mundo.
No próximo dia 2, a empresa inaugura oficialmente seu mais novo e moderno complexo industrial na América Latina, que conta com um centro de distribuição de peças e componentes. Foram pouco mais de dois anos de obras e um investimento de R$ 1 bilhão. O complexo teve financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Fundo Pró-veículo, do governo do Estado de São Paulo, e é considerado o maior investimento por uma empresa do setor já feito no Brasil de uma só vez.
"O Brasil e a América Latina têm vocação para a produção de commodities, especialmente as agrícolas. Obras de infraestrutura precisam e já estão sendo feitas nessa região pelos governos. Foi nisso que apostamos para criar esse novo complexo", afirmou Valentino Rizzioli, presidente da CNH para a América Latina e vice-presidente executivo do grupo Fiat.
A inauguração deve ter as presenças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador do Estado, José Serra. A nova unidade eleva para quatro o número de fábricas que a CNH tem no país. A empresa já tem plantas em Curitiba - onde são produzidos tratores e pulverizadores agrícolas e algumas colheitadeiras - , em Piracicaba (SP) - onde são fabricados colheitadeiras e implementos para cana de açúcar e café e colheitadeiras - e em Contagem (MG) - onde se concentra a fabricação de máquinas e equipamentos para construção. A ideia é que a planta de Sorocaba seja o centro de referência mundial para a fabricação de colheitadeiras do grupo.
Apesar do braço voltado para a construção civil, que representa 35% dos negócios no Brasil, a nova fábrica produzirá apenas os componentes das máquinas, que continuarão sendo montadas em Contagem, até que a planta mineira atinja sua capacidade total.
A planta de Sorocaba vai se dedicar principalmente à produção de duas novas colheitadeiras - elas já estão disponíveis no mercado brasileiro porque são importadas pela empresa. Além disso, serão produzidos componentes para abastecer as outras duas fábricas agrícolas, com a possibilidade de ser uma alternativa de suprimento para unidades de todo o mundo.
"O que vamos produzir em Sorocaba nós não produzimos em nenhuma outra fábrica da empresa no Brasil. Não vamos transferir nenhuma linha que temos em nossas unidades para a nova. Nosso plano é expandir a produção, não deslocar", afirmou Sérgio Ferreira, diretor-geral Case Agrícola para América Latina.
No alvo desses investimentos, mesmo durante a crise, está um mercado crescente na América Latina. Hoje, a Case detém uma fatia de 16% do mercado na região e tem como meta elevar sua participação para 25% nos próximos cinco anos. No Brasil, a marca fechou 2009 com uma participação de 15% do mercado doméstico de colheitadeiras, onde foram comercializadas 3.817 unidades, segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Para crescer mais, a companhia aposta na nacionalização das novas colheitadeiras que serão fabricadas em Sorocaba. Isso porque, em janeiro deste ano, a Case foi incluída no Programa Mais Alimentos, que facilita o financiamento de máquinas a taxas de juros mais competitivas. Para isso, contudo, a empresa precisa ter 60% dos componentes das máquinas de origem nacional, percentual que será atingido até o fim deste ano.
No ano passado, a receita global da CNH foi de US$ 12,7 bilhões. O faturamento na América Latina foi de R$ 3,8 bilhões, dos quais o Brasil representa aproximadamente 80%.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Atlético Sorocaba fura regime e vai à Coreia do Norte
Jogos entre o selecionado norte-coreano e clubes de futebol são raros, uma vez que o país asiático vive sob um regime fechado e pouco acessível a visitantes estrangeiros.
Segundo o gerente de futebol do clube paulista, Julio Rondinelli, os jogadores brasileiros só saberão se a partida vai de fato ocorrer quando chegarem à Ásia. A delegação iniciou a viagem na segunda-feira à noite.
'A Coreia do Norte é um país que tem um regime diferente do nosso, então precisa de uma série de autorizações para confirmar a entrada de nossos jogadores no país'', disse.
Se confirmado, o amistoso será realizado em um estádio de Pyongyang, capital do país. A seleção da Coreia do Norte é uma das que menos fazem amistosos de preparação para a Copa com outras seleções. Nos últimos dois meses, os norte-coreanos enfrentaram apenas o Congo (0 a 0), na França.
Somente duas seleções estrangeiras participaram de amistosos no país: Líbano, em janeiro, e Guam, em agosto. A partida entre a Coreia do Norte e o Atlético Sorocaba vem sendo facilitada por patrocinadores ligados ao reverendo Moon, sul-coreano que tem uma igreja com forte presença no Brasil. Somente neste ano, a equipe, que disputará a Série A-2 do Paulista em 2010, já fez duas excursões à Ásia.
Fonte: Folhapress - 28/10/2009 - 09h02
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Sorocaba é a 17.ª melhor cidade do país para se viver
- A cidade ficou em 17ª colocação no País do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal
Pesquisa da Federação das Indústrias do Rio leva em conta emprego, renda, educação e saúde
Viver, estudar e trabalhar em Sorocaba é uma boa opção para quem quer ter qualidade de vida. É o que atesta pesquisa divulgada esta semana pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), responsável pela tabulação do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) nacional, que vem sendo realizada desde
A pesquisa Firjan leva em conta índices de emprego e renda, educação e saúde. Nos três referenciais, Sorocaba está bem: emprego e renda - 0,9056; educação - 0,8587; e saúde - 0,9127. O somatório dessas características deixa o município com o IFDM de 0,8923. Pela leitura dos resultados, cidades com o índice de desenvolvimento entre 0,8 e 1,0 (caso de Sorocaba e dos 20 municípios paulistas) é considerado de alto desenvolvimento.
A defasagem temporal de três anos entre o IFDM e sua divulgação decorre do fato de serem utilizadas apenas estatísticas oficiais. Com efeito, somente em 2009 foi possível reunir concomitantemente dados dos ministérios da Educação, da Saúde e do Trabalho para o ano sob análise. A metodologia pioneira e única do IFDM distingue-se por ter periodicidade anual, recorte municipal e abrangência nacional. Uma das vantagens do IFDM é permitir a orientação de ações públicas e acompanhar seus impactos sobre o desenvolvimento dos municípios.
Por esse índice, São Caetano do Sul é a primeira no Estado e no País, com IFDM de 0,9524. São Paulo ficou em 61º no Estado e 71º no Brasil, registrando índice de 0,8568. Campinas e Jundiaí também ficaram para trás também. Campinas teve IFDM de 0,8762, ficando em 31º no Estado e 30º no Brasil; e Jundiaí registrou IFDM de 0,8746, posicionando-se no ranking paulista em 33º lugar e 34º no Brasil. Veja no quadro, nesta página, os índices das 20 cidades brasileiras com o melhor desempenho.
Censo demográfico
Sorocaba não cresceu apenas econômica e socialmente, o número de habitantes também. Nos dois últimos anos, a cidade registrou cerca de 4,50% de habitantes a mais. Conforme os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta semana, em 2007, Sorocaba contabilizava 559.157 habitantes e, até este ano, 584.313. De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, José Dias Batista Ferrari, esse crescimento foi de aproximadamente 2,25% ao ano e está dentro de uma margem controlável e que permite fazer com que a cidade cresça de forma ordenada, com o acompanhamento da infraestrutura necessária. Para Ferrari, não é interessante para Sorocaba crescer de forma rápida e explosiva, além de sua capacidade de suporte para manter a qualidade de vida de seus habitantes.
Com mais de 580 mil habitantes e frente ao crescimento da qualidade de vida, Sorocaba consolida-se como polo de atração industrial ao mesmo tempo em que se mostra como uma cidade boa para se morar, trabalhar e estudar. Boituva, que está com o índice de desenvolvimento um pouco acima do de Sorocaba, registrou aumento pouco significativo da população, passando dos 40.783, em 2007, para 44.906 boituvenses até este ano. Somando-se as 17 cidades por onde circula o jornal, há um potencial econômico de 1.506.314 habitantes. Só
Os censos populacionais produzem informações imprescindíveis para a definição de políticas públicas e a tomada de decisões de investimento, sejam eles provenientes da iniciativa privada ou de qualquer nível de governo, e constituem a única fonte de referência sobre a situação de vida da população nos municípios e em seus recortes internos, como distritos, bairros e localidades, rurais ou urbanas, cujas realidades dependem de seus resultados para serem conhecidas e terem seus dados atualizados. Veja o quadro com o número de habitantes em cada um dos municípios em que o jornal circula.
As 20 melhores cidades brasileiras para se morar

segunda-feira, 5 de maio de 2008
Cervejaria Bamberg - Votorantim/SP

- Carlos Lima, colunista de chope do Jornal da Tarde;
- Dinho Luiz, repórter de bares do Guia do Estado;
- Eduardo Passarelli, cervejólogo, homebrewer e dono do blog Edu Recomenda!;
- Manoel Beato, sommelier do Grupo Fasano;
- Miguel Icassati, coordenador do núcleo de Cidades da Veja e dono do blog Boteclando;
- Norberto D’Oliveira, sócio do bar Frangó
e o resultado foi:
1° Lugar: Bamberg Pilsen;
2° Lugar: Colorado Cauim;
3° Lugar: Eisenbahn Pilsen;
4° Lugar: Dado Bier Original;
5° Lugar: Cidade Imperial;
6° Lugar: Backer Pilsen;
7° Lugar: Baden Baden Cristal;
8° Lugar: Dana Bier Cecilia Lager;
9° Lugar: Barley.
Cervejaria Bamberg
(15) 3242.7685
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terça-feira, 18 de março de 2008
Sorocaba

Spas, haras e resorts-fazenda fizeram a fama recente de Sorocaba, cidade a 95 km da capital paulista. Mas o município que hoje tem cavalgadas, balonismo e esportes radicais já foi conhecido como a “Manchester paulista”, por causa da intensa produção têxtil de origem inglesa. Com o declínio da atividade a partir da década de 70, em vez de perder terreno na área fabril, diversificou cada vez mais seu parque industrial e hoje é um importante pólo comercial do interior.
A região que abrigou até o século 19 uma importante feira de muares, foi também a primeira a ter uma siderúrgica nacional – a Real Fábrica de Ferro São João de Ipanema, fundada em 1810, com forno construído em 1591. Atualmente, a área é local de visitação e de atividades ecológicas dentro da Floresta Nacional Ipanema, pertencente ao município vizinho de Iperó.
O que fazer em Sorocaba
Relaxar, se exercitar, perder alguns quilos e, ainda por cima, se divertir. Essa é a intenção de boa parte das pessoas que escolhem Sorocaba para passar uns dias. Além de spas, a região possui haras e resorts-fazenda que oferecem passeios a cavalo, arborismo, tirolesa e trilhas – balonismo também é praticado por lá. Aliás, há várias trilhas pela região, sendo as mais interessantes as da cidade de Iperó: na Floresta Nacional Ipanema e a da Pedra Santa (fenda onde morou o monge eremita Giovanni Ausgustin). O Parque Natural Ouro Fino tem trilhas mais leves.
O que visitar em Sorocaba
Cidade de muitos monumentos, Sorocaba tem nos pontos históricos as maiores atrações, sejam urbanos, ferroviários ou religiosos. No caso dos trens, há o Museu da Estrada de Ferro Sorocabana (1910), com réplicas de locomotivas. Entre as igrejas, os destaques são a de Sant’Ana e Mosteiro de São Bento (1660/1690), a Catedral (1667/1783) e a de Aparecidinha (1785), que é ponto de romarias. Outros locais turísticos são o Museu Histórico Sorocabano (antiga casa da Marquesa de Santos, de 1780), a Casa de Brigadeiro Tobias e o Zoológico, com 1.300 animais.