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segunda-feira, 18 de março de 2013

Lancheira de metal - Festival de Woodstock 1969



Lancheira feita em lata com detalhes em relevo do festival de Rock Woodstock de 1969.
Mede aproximadamente 20x18cm e está a venda por U$ 12,99 na RetroPlanet.com que aceita pedidos para o Brasil

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Quem realmente mudou o jeito de ouvir música! Walkman


WALKMAN_PANASONIC_1.jpg

Em janeiro de 1979, o cofundador da Sony Akio Morita apresentou na Consumer Electronic Show (CES), em Las Vegas, um aparelho que, na década de 1980, mudou o jeito de as pessoas escutarem música. O equipamento, como contou o executivo no evento, surgiu meio que por acaso. É que o filho de Morita tinha o hábito de entrar na companhia carregando um rádio portátil. Isso atrapalhava o trabalho dos funcionários e incomodava o pai. Respondendo à reclamação, o jovem, um dia, perguntou por que não mandar alguém inventar algo melhor com um fone que preste. Aí veio o Walkman.
A história da origem do aparelho tem várias versões na internet. Mas o relato descrito acima é a lembrança do colunista do ‘Estado’ Ethevaldo Siqueira, que estava presente na CES e ouviu Morita associar a história do produto ao filho. O nome escolhido, Walkman, tinha raízes no Pressman, um gravador mono que a Sony havia lançado poucos anos antes, segundo o Pocket Calculator, uma espécie de museu online que rememora os eletrônicos das décadas de 1970 e 1980. A ideia de “homem que caminha” (walk + man, em inglês) transmitia a portabilidade do aparelho.
Não foi feita nenhuma pesquisa de mercado antes do lançamento do Walkman, como lembra o site. “A pesquisa de mercado está toda na minha cabeça!”, Morita disse em uma entrevista à Playboy em 1982. “Nós criamos mercado”. A primeira forma de convencer as pessoas a comprar algo que antes não existia foi usar pessoas influentes, como celebridades e artistas da indústria da música, para espalhar a futura moda. A Sony enviava Walkmans de graça a essas pessoas. E as campanhas de marketing batiam na tecla da juventude, da inovação e da liberdade. Era uma oportunidade (nova) de escutar músicas por meio de um fone – e em qualquer lugar.
walkman_fotopocket.jpg
A onda pegou no Japão, seguiu para os Estados Unidos e depois correu o mundo. Marcas como Panasonic, Toshiba e GE passaram a produzir aparelhos semelhantes e com nomes tão descolados quanto Escape, Intimate e Stereo-to-go. Mas, após a invenção da Sony, tudo que veio depois era “walkman” (assim como as lâminas de barbear chamadas de “gillette”, mesmo não sendo da Gillette).
E foi um walkman da Panasonic de cor branca que o leitor doRadar Tecnológico Juscelino Lima, hoje com 56 anos, comprou na loja Fototica do Shopping Iguatemi, em São Paulo, em 1983. O produto, modelo RQ-WJ1, é o que aparece na foto acima.
A compra foi motivada por uma visita ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), onde ocorria uma amostra de cinema. Lá ele viu, “pela primeira vez na vida”, um walkman, nas mãos de um cinéfilo. “Achei um barato os fones e o tamanho do aparelho”, diz Juscelino. “Antes (da chegada do walkman) os fones eram enormes e parecidos com os que hoje voltaram à moda.”
Ele gravava as músicas dos LPs nas fitas cassete e depois as ouvia no walkman. Não tinha rádio AM nem FM. “O que mais rolava era rock progressivo, King Crimson, Yes e Zappa”, conta. O aparelho era companheiro diário de Juscelino. Logo, manter as pilhas era um problema. (Não havia pilha recarregável naquela época.) Mas ele se resolveu. Passou a usar baterias da calculadora HP 25C no walkman, e um amigo engenheiro eletrônico ensinou a ele como montar um carregador de baterias alcalinas.
Virou item de primeira necessidade. Juscelino andava sempre com os bolsos da calça cheios de baterias e fitas cassete. Até para o trabalho ele levava o aparelho. O presidente da empresa, do setor de informática, chegou a repreender Juscelino com o olhar. O aparelho não era tão popular naquele tempo. E outra vez um diretor encontrou o jovem dançando ao som de Lou Reed. Mas o caso mais engraçado talvez tenha sido a brincadeira dos amigos. Juscelino conta que eles fingiam gritar coisas (movimentando os lábios, mas sem emitir som), para ele se sentir surdo.
Juscelino não se lembra de quanto pagou pelo walkman da Panasonic. Os primeiros aparelhos fabricados pela Sony no início dos anos 1980 custavam cerca de US$ 150 nos Estados Unidos, segundo o Pocket Calculator. Mas a concorrência fez os preços baixarem. E o walkman tornou-se, então, um aparelho para todos os bolsos e pessoas. Em anúncio exibido nesta página, a marca Mura exibe o walkman ao lado de pés em patins, sapato social, tênis e sandália.
A moda do walkman durou mais de dez anos. Acabou, aos poucos, depois do surgimento do tocador de CD portátil Discman, lançado pela própria Sony. Aí veio a tecnologia do mp3, por volta de 1999. Mais de cem modelos de reprodutores de mp3 foram lançados. ORio foi um dos mais famosos dessa época. Mas aí chegou o iPod, da Apple, em 2001.  A empresa fundada por Steve Jobs (1955-2011)havia vendido 350 milhões de iPods até setembro de 2012.
Estimativas do mercado mencionam a marca de 200 milhões de walkmans vendidos no mundo. Para ter mais detalhes do mercado, a reportagem solicitou entrevista com representante da Sony e com a Panasonic, mas as companhias disseram não ter porta-voz para falar sobre walkman. A Sony enviou uma linha do tempo com a evolução da marca Walkman, hoje representada pela letra W (“para estabelecer uma nova identidade para a era digital)”. Ela aparece em mp3 e mp4 players.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Bozo voltará ao ar no SBT no segundo semestre


Sucesso nos anos 80, Bozo voltará ao ar no SBT.

O próprio Silvio Santos fechou contrato com a Larry Harmon Pictures Corporation, detentora dos direitos do personagem, para voltar a produzir programas com o palhaço. Segundo a Folha, a volta está prevista para o segundo semestre e inclui também a exibição do desenho animado do personagem.

Ainda não foi escolhido quem viverá o palhaço, mas Luís Ricardo, um dos que viveram Bozo nos tempos áureos, ainda trabalha no canal.

Fonte: Blog Estadão

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O fim de uma era: fechou a última fábrica de máqui...

Uma invenção que revolucionou a maneira de trabalhar, tornando-se uma peça essencial, principalmente nos escritórios, por mais de um século. Mas depois de anos de excelentes serviços prestados, chegando a ser o símbolo das secretárias, finalmente chegou ao fim da linha. Pois é, se você acha que as máquinas de escrever já não eram mais fabricadas há muito tempo, está enganado.

A Godrej e Boyce, última empresa que ainda fabricava máquinas de escrever, acabou de fechar sua unidade de produção em Mumbai, na Índia, com algumas centenas de máquinas em estoque. Embora as máquinas de escrever tenham se tornado obsoletas anos atrás, no ocidente, elas ainda eram comuns na Índia, até recentemente. Mas mesmo assim, a demanda por máquinas de escrever neste país, também foi diminuindo nos últimos dez anos, pois também por lá os consumidores foram migrando para os computadores.

O gerente geral da empresa, Milind Dukle, disse ao jornal India's Business StandarMaqEscrd: "Nós não estamos recebendo muitas encomendas agora. "Desde o início dos anos 2000 , quando os computadores passaram a dominar, todos os fabricantes de máquinas de escrever pararam a produção, exceto nós. Até 2009, eram produzidas de 10.000 a 12.000 máquinas por ano. Mas agora esta pode ser a última chance para os amantes da máquina de escrever."

A empresa começou a produção em 1950 - quando o primeiro-ministro Jawaharlal Nehru descreveu a máquina de escrever como um símbolo da independência da Índia e da sua industrialização. A Godrej e Boyce chegou a vender 50 mil modelos por ano no início dos anos 1990, mas no ano passado, vendeu menos de 800 máquinas.

A invenção de um primitivo dispositivo de escrever mecanicamente é atribuída a Henri Mill, em 1714. O italiano Pellegrino Turri introduziu, em 1808, o sistema de teclados. Posteriormente, o mecânico norte americano Carlos Thuber criou um modelo aperfeiçoado, com maior rapidez de escrita em 1843. Outros nomes como os do norte-americano Burth, o inglês Jenkins, e o francês Pogrin, colaboraram para o aperfeiçoamento da máquina.

A primeira máquina de escrever comercializada, foi produzido em os EUA em 1867 e, na virada do século foi desenvolvido o formato padronizado com o teclado “qwerty” que até hoje conhecemos, pois também é utilizado nos computadores.

Fonte: Daily Mail

quinta-feira, 26 de março de 2009

Anos 70 - Transfer da Abril

Quem brincou com Transfer nos anos 70, nunca esquecerá o quão era divertido criar as ações nos cenários. Tudo bem que de vez em quando a figura saía pela metade, descascava...mas mesmo assim não desistíamos e nos divertíamos muito. Saudade disso!






terça-feira, 29 de abril de 2008

Anúncios antigos de carros


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