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terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Primeiro ingresso da Disney



Recentemente o ingresso n°1 da Disneylândia foi a leilão nos Estados Unidos e arrecadou quase US$ 1,000,000 (um milhão de dólares). E custava apenas 1 dólar em 1955.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Bozo voltará ao ar no SBT no segundo semestre


Sucesso nos anos 80, Bozo voltará ao ar no SBT.

O próprio Silvio Santos fechou contrato com a Larry Harmon Pictures Corporation, detentora dos direitos do personagem, para voltar a produzir programas com o palhaço. Segundo a Folha, a volta está prevista para o segundo semestre e inclui também a exibição do desenho animado do personagem.

Ainda não foi escolhido quem viverá o palhaço, mas Luís Ricardo, um dos que viveram Bozo nos tempos áureos, ainda trabalha no canal.

Fonte: Blog Estadão

quarta-feira, 20 de junho de 2012

MP derruba acordo sobre proibição de sacolinhas em SP


Estabelecimentos devem voltar a distribuir sacolinhas gratuitamente, segundo decisão do Ministério Público.


São Paulo, 20 - O acordo que proibia a distribuição de sacolinhas plásticas em estabelecimentos comerciais, como os supermercados, em São Paulo foi suspenso nesta terça-feira, 19, segundo confirmou o Ministério Público de São Paulo.

O Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo decidiu por unanimidade que o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que limitava o direito do consumidor em receber gratuitamente as sacolas plásticas, não é válido e com isso os estabelecimentos devem voltar a distribuir as sacolinhas em cumprimento ao Código de Defesa do Consumidor, segundo o MP.
Segundo o Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (Plastivida), os estabelecimentos comerciais que deixarem de distribuir as sacolas gratuitamente correm o risco de serem acionados pelos órgãos de defesa do consumidor, mediante denúncia.
Para a Plastivida, "o Conselho Superior do MP entendeu que existe um descompasso muito grande e que o ônus na não distribuição das sacolas plásticas está recaindo apenas sobre os consumidores. Na visão do órgão, essa situação precisa ser revertida o quanto antes", finaliza Jorge Kaimoti Pinto, advogado da Plastivida.
A petição contra a homologação do TAC foi uma ação movida pela Plastivida, pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idecon) e pelo terceiro interessado SOS Consumidor, segundo a Plastivida. Segundo o MP, uma nota sobre a decisão do Conselho deve ser divulgada na tarde desta quarta-feira.

Fonte: Estadão

Inverno começa oficialmente nesta quarta


Temperaturas devem ficar dentro do esperado; mínima deve ser registrada em Campos do Jordão, com 3ºC, e máxima em Conceição do Araguaia, com 34,3ºC.


O inverno chega ao Brasil na noite desta quarta-feira, 20, com temperaturas dentro do esperado. No País, a estação, que incide sobre o hemisfério sul até a noite do dia 23 de setembro, deve ter temperaturas mínimas oscilando em torno dos 3ºC, em Campos do Jordão, Vale do Paraíba, no interior de São Paulo, e máximas de 34,3°C em Conceição do Araguaia, no sudeste do Pará.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), nada fora do comum deve acontecer durante o inverno deste ano. A intensidade do frio pode variar de acordo com a força da massa de ar polar ao cruzar o território nacional, o que pode causar a precipitação de pedaços de gelo, de granizo e até mesmo de neve. Mas não é possível prever a neve com tanta antecedência - isso só pode ser feito a curto prazo, diz o Centro de Análise e Previsão do Tempo do Inmet.

O órgão também já prevê quais serão os índices máximos e mínimos médios para cada zona brasileira. O cálculo das temperaturas foi feito a partir das médias dos índices, para os meses de junho e julho.

A Região Sul deve registrar a menor temperatura média na Serra de Santa Catarina durante o mês de julho, com 5,7º. A máxima prevista é de 22,8°C no município de Urussanga, no sul catarinense.

A Região Centro-Oeste, por sua vez, deve registrar temperatura mínima média de 11,7ºC durante o mês de julho, em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. A máxima será de 32,8ºC, em Diamantino, no norte do Estado.

O Nordeste do País sentirá mais frio em julho em Santa Rita de Cássia, no extremo oeste baiano, com índice de 11,9ºC. Já a temperatura média mais alta da região será registrada nos termômetros de Floriano, no Piauí, que marcarão 33,8ºC.

O inverno na Região Norte deve ter temperatura mínima média de 15,4ºC em Palmas, no Tocantins, durante o mês de julho. As altas para a região ficam em 34,3ºC, em Conceição do Araguaia, no Pará.

Além das cidades que ficam na serra de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, a menor temperatura média prevista para todo o País deve ser em Campos do Jordão, interior de São Paulo, que pode chegar a marcar 3ºC em julho. Já a máxima para o Sudeste ficará em torno dos 32,8, no oeste de Minas Gerais, no município de São Francisco.

Fonte: Estadão

terça-feira, 29 de maio de 2012

Britânica Diageo compra cachaça Ypióca por US$ 470 milhões

Grupo produtor do uísque Johnnie Walker e da vodca Smirnoff compra cachaça brasileira para aumentar sua presença em países emergentes.


LONDRES - O grupo britânico de bebidas Diageo anunciou nesta segunda-feira acordo para comprar a fabricante brasileira de aguardente Ypióca por cerca de 300 milhões de libras (469 milhões de dólares), aumentando presença em mercados emergentes enquanto briga por um maior espaço em tequila.


A produtora do uísque Johnnie Walker e da vodca Smirnoff, que tem planos de ter metade das suas vendas em mercados emergentes até 2015, anunciou nesta segunda-feira acordo para comprar a marca Ypióca de sua família controladora, além de parte dos ativos de produção e distribuição da bebida.
A Ypióca é a terceira maior marca do mercado de cachaça e líder de um segmento de rápido crescimento dessa bebida, o premium. A companhia, fundada em 1846 e com sede em Fortaleza, emprega cerca de 3,2 mil funcionários e tem cinco fábricas no país. A cachaça responde por cerca de 80 por cento da indústria brasileira de bebidas destiladas.
"O Brasil é atrativo, um mercado de rápido crescimento para a Diageo com demografia favorável e crescente renda disponível. A aquisição da Ypióca nos dá a marca premium líder na maior categoria local de bebidas destiladas", disse o presidente-executivo da Diageo, Paul Walsh.
A Diageo, assim como outros grupos internacionais de bebida, tenta se fazer presente em países emergentes para compensar a demanda instável na Europa.
O grupo há muito tempo negocia com a dona da Jose Cuervo para ter uma parte da marca líder de tequila, avaliada em mais de 3 bilhões de dólares. Algumas fontes dizem que as negociações esfriaram por causa de problemas relacionados ao controle da marca.
A companhia londrina recentemente investiu em negócios como a Mey Icki (Turquia) e ShuiJingfang (China) para aumentar as vendas nos países emergentes, que atualmente respondem por quase 40 por cento do total da Diageo.
A Diageo disse que a aquisição da Ypióca deve ser neutra para o lucro no primeiro ano de controle e cobrir o custo de capital até o quinto ano após o negócio, o que analistas dizem estar em linha com os negócios recentes. O grupo britânico não deu números exatos de lucro para a companhia brasileira.
"Nós consideramos positivo esse tipo de negócio em países emergentes, dando a liderança em marca premium local e sinergia em distribuição a médio prazo para as bebidas destiladas internacionais da Diageo", disse a analista do UBS, Melissa Earlam.
Ela estima que a Diageo tenha pago 19 vezes o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) pelo negócio e estima uma margem Ebitda de 25 por cento nas vendas anuais de 60 milhões de libras.

Fonte: Estadão

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Os tesouros esquecidos do Palácio do Planalto

Autor(es): Isabel Clemente
Época - 07/02/2011

Uma valiosa coleção de quadros, móveis e esculturas foi encontrada abandonada em armários, depósitos e garagens da sede da Presidência

Quando a reforma do Palácio do Planalto ficou pronta, há cinco meses, uma comissão interna de especialistas saiu à procura das obras de arte espalhadas pela sede e pelos quatro anexos da Presidência. O objetivo era reunir o que de melhor havia para decorar os amplos corredores e salões vazios da sede do poder. Era um pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, incomodado com os quadros trancados em gabinetes, longe dos visitantes.

O que Lula não sabia, nem a comissão desconfiava, era da existência de uma valiosa coleção de quadros, esculturas e móveis abandonados em armários, depósitos e garagens. Dois quadros do pintor espanhol Joan Miró, avaliados em US$ 1,5 milhão cada um, apareceram assim. Um saiu de um depósito de suprimentos. O outro estava na parede de uma salinha ocupada por uma funcionária. Parecia tão improvável que foi preciso verificar a autenticidade da assinatura para ter certeza sobre o tesouro escondido.

Na garagem do Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente, foi encontrada uma tela do pintor e arquiteto Firmino Saldanha feita para a inauguração do Palácio do Planalto, em 1960. Da mesma forma, a obra Os músicos, de Glênio Bianchetti, pintor, ilustrador e tapeceiro gaúcho, voltou a formar o quinteto original depois que o quinto quadro foi encontrado num dos anexos da Presidência. Durante muito tempo, os quadros com quatro dos cinco “músicos” serviram de encosto para seguranças num corredor.

A garimpagem também encontrou três exemplares, de 5 x 5 metros, de tapetes Casa Caiada. São artigos feitos à mão, exportados para o mundo todo, que estavam empoeirados em um depósito. Móveis de jacarandá (madeira nobre ameaçada de extinção) dos nomes mais expressivos do design brasileiro estavam na mesma situação. Vendidas em Nova York na casa dos milhares de dólares, cadeiras, mesas e poltronas anos 60 de Sergio Rodrigues, Jorge Zalszupin e Oscar Niemeyer mais pareciam artigos imprestáveis, empilhados no depósito.

Ao recuperar os móveis, a intenção da comissão de curadoria era recobrar o clima da inauguração do Palácio. Como muitos móveis originais tinham sido doados ao longo dos anos, a comissão não encontrou, porém, peças suficientes para decorar todo o Palácio. Foi preciso encomendar novas peças a Sergio Rodrigues, que ainda fabrica suas criações anos 60, e vasculhar depósitos do Congresso Nacional. No Senado, foram encontradas cadeiras e mesas prestes a ser leiloadas por uma bagatela. O diretor de Documentação Histórica do Planalto, Cláudio Soares Rocha, foi pessoalmente pedir ao presidente do Congresso, José Sarney, que suspendesse a oferta pública. Saiu de lá com 400 exemplares para restauração. Agora, os ministros que despacham no Planalto usam genuínas mesas de jacarandá assinadas por Zalszupin, cotadas a US$ 29 mil a unidade (R$ 48.400)

Telas, esculturas e tapetes reunidos e recuperados passaram a compor uma inédita exposição permanente nas áreas comuns do Palácio. O corredor que leva ao gabinete da presidenta da República virou uma colorida vitrine de artistas contemporâneos de primeira linha. As telas “estrangeiras” ganharam um ambiente à parte, porque a ideia era valorizar a arte nacional. “Resgatamos a brasilidade deste Palácio. Além do mais, uma obra de arte não pode servir para o deleite de uma pessoa só. Todos têm de ver”, diz o diretor Cláudio Rocha.

O acervo do Planalto cresceu tanto que um dos desafios da Presidência agora é readaptar as visitas abertas ao público, aos domingos, para incluir a história das obras de arte. Parte desse enredo, no entanto, seguirá como um mistério. Como os presentes recebidos pelos presidentes durante o exercício do mandato são levados por eles, ninguém sabe até agora como os quadros de Miró chegaram ao Planalto. O Instituto Manabu Mabe suspeita que a tela do pintor nipo-brasileiro exposta na sala de audiências da Presidência tenha sido um presente do próprio pintor (morto em 1997) ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Algumas obras nacionais importantes, como quadros de Djanira e Di Cavalcanti, vieram da massa falida do antigo estaleiro Lloyds, nos anos 90. Mas outras também têm origem desconhecida. É o caso de A Pietá, de Mário Mendonça, artista brasileiro de arte sacra moderna, que agora está no gabinete da presidenta Dilma Rousseff, a pedido dela. A Pietá, que antes enfeitava uma saleta de um funcionário, se juntou a duas telas da pintora e desenhista Djanira. Empolgada com a recuperação do acervo cultural do Planalto, Dilma expôs a assessores a vontade de ver a capital com exposições itinerantes, usando acervos de outros órgãos federais. É até possível imaginar que esse desejo se transforme no embrião de novas garimpagens nas diversas outras repartições do poder em Brasília. Não será surpresa se outros tesouros forem descobertos.

FIRMINO SALDANHA - Painel Palácio do Planalto, 1960
MIRÓ - (sem título), 1957 - (sem título), 1955
MANABU MABE - (sem título)
NORBERTO NICOLA - (sem título)
SERGIO RODRIGUES - Poltrona Beto, 1960
SERGIO RODRIGUES - Espelhoem jacarandá, 1960

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Mulheres bebem mais que homens em Sorocaba-SP

De acordo com o levantamento, 51% delas disseram consumir bebidas alcoólicas pelo menos três vezes por mês, mais que o triplo da média nacional, que é de 16%
José Maria Tomazela - O Estado de S. Paulo

Pesquisa coordenada pela Universidade de Sorocaba (Uniso) revela que as mulheres sorocabanas são campeãs no consumo de álcool. De acordo com o levantamento, 51% delas disseram consumir bebidas alcoólicas pelo menos três vezes por mês, mais que o triplo da média nacional, que é de 16%. Do total, 20% bebem até três vezes por semana, o dobro da média do público feminino no Brasil. De acordo com o pesquisador Rafael Sartorelo, do curso de Hotelaria, o estudo trouxe à luz informações inéditas sobre um tema que costuma gerar polêmica.

Uma dessas informações é que as mulheres de Sorocaba bebem mais que os homens, embora estes sejam bebedores mais contumazes que a média nacional. Apenas 35% do público masculino informou beber pelo menos três vezes por mês, contra 19% da média brasileira. O número de mulheres que se abstêm do álcool é bem mais baixo, em Sorocaba, que a média nacional: 16% das mulheres sorocabanas disseram que nunca bebem. No País, a média é de 59%. Para confrontar a pesquisa local com os dados nacionais foram utilizados estudos de especialistas que são referência na área, como Marcos Romano e Marcelo Laranjeira.

Entre os abstêmios do sexo masculino, as pesquisas também apontam menor proporção em Sorocaba do que na média nacional. Na cidade, 22% dos entrevistados disseram que não bebem nunca; considerando-se o Brasil inteiro, a abstinência chega a 35%.

O objetivo da sondagem, de acordo com Sartorelo, foi reunir subsídios que permitam conhecer os hábitos de consumo de bebidas alcoólicas na cidade e identificar as preferências dos moradores. Os dados foram coletados durante o mês de agosto, por meio de questionários respondidos por grupos de 50 homens e 50 mulheres de todas as faixas etárias a partir dos 18 anos de idade, representativos de todas as camadas econômicas e culturais.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Workshop Coletivo P.A. 008 de animação

Workshop Coletivo P.A. 008 de animação

(da Redação em 08/07/10 ) site CatracaLivre

As inscrições para o workshop Coletivo P.A. 008 no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso (CCJ) seguem até dia 30 de julho para as turmas que iniciram em agosto.

O curso ensina criação de animação utilizando o ToonBoom, entre outros programas. Os alunos desenvolverão seus próprios personagens e participarão da produção de filmes coletivos.

Inscrições na recepção do CCJ (o candidato deve entregar uma demonstração de seu trabalho, que pode ser desenho, ilustração ou animação, em qualquer estilo ou técnica).

De 12 a 26 de agosto – Quintas-feiras

15h (turma 1)

17h (turma 2)

19h (turma 3)

De 14 a 28 de agosto – Sábados

13h (turma 4)

15h (turma 5)

17h (turma 6)


Onde:

CCJ – Núcleo de Animação

Endereço:
Av. Deputado Emílio Carlos, 3641 – Vila Nova Cachoeirinha. Zona Norte. Telefone: (11) 3984-2466.

Obs:

Classificação de 16 a 29 anos. 3 vagas por turma.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Sorocaba inaugurou a maior fábrica de máquinas agrícolas da Case New Holland no mundo! (em inglês)

Segue texto original abaixo:

Case New Holland launches Brazil's biggest ever machine industry investment -

The new Industrial Complex in Sorocaba features a CASE agricultural and construction machine factory and a modern Parts Logistics and Distribution Center that will generate up to 6 thousand direct and indirect jobs.

For more information please contact:
Communications (630) 887-2345

SOROCABA, Brazil - (March 2, 2010) - March 2nd, 2010 marks the opening of the new Case New Holland Industrial Complex in Latin America. The facility includes a CASE factory and a modern CNH Parts Logistics and Distribution Center and is located in the city of Sorocaba (SP). The opening of this Industrial Complex is expected to generate 3,000 direct jobs, and up to 6,000 including indirect jobs in the region in two years, when the factory reaches full production capacity.

The project required an investment of R$ 1 billion and is part of the Fiat Group investment plan for the years 2007-2011 announced in November, 2006, by Sergio Marchionne, Fiat Group CEO, during a meeting with investors. With this factory, the Fiat Group significantly increases its operation in the state of São Paulo and it is also the biggest, single machine industry investment in the history of the country.

The objective is to increase agricultural and construction machine production, which today takes place at the Curitiba (PR), Piracicaba (SP) and Contagem (MG) facilities, and to manufacture components for machines produced at other company locations in Brazil. The Sorocaba factory will produce equipment to supply the domestic market, as well as exporting to other Latin American countries and more than 50 countries around the world.

"Sorocaba is going to produce agricultural and construction machines that are part of the world platform of the two brands. It will allow us to increase our production to better serve the agricultural and construction markets", said Valentino Rizzioli, president of Case New Holland for Latin America and executive vice-president of the Fiat Group.

The Industrial Complex has a total area of 160,000 meters square (104,000 for the factory and 56,000 for the DC). It will have an annual production capacity of 8,000 units. The same site also includes the largest CNH Parts Distribution Center in Latin America. It is also one of the most modern in the Fiat Group with 56,000 meters square of built area, latest generation conveying and packing equipment, and storage capacity for 180,000 locations.

World Class in Logistics
The enterprise features the most efficient logistics and distribution systems, based on the World Class Logistics concept, and aims to reach the highest levels of excellence. The structure was designed to achieve the greatest operational speed through the whole logistics chain, from the supplier to the end customer, at over 500 points in Latin America.

Among the main pillars of World Class Logistics structuring are worker safety, excellence in customer service, continuous improvement, quality control, and work area organization.

New state-of-the-art software has been implemented to ensure the facility works with due agility and includes a new order input, planning and parts purchase system. This system integrates all the CNH parts depots in the world, ensuring greater agility in making parts available for end customers.

World class production
The factory is fully aligned with the CNH Global world production system and World Class Manufacturing, the world manufacturing system adopted by the Fiat Group.

Synonymous with high technology, the new manufacturing facility has the latest generation equipment, like laser cutting machines for steel plates of up to 25mm with automatic feeder, robotic welding stations, overhead conveyors for parts and components; as well as the most modern painting systems: immersion electrophoretic painting and low temperature acrylic painting.

Beside machines, the new plant will produce components for equipment made at other CNH units, such as the one in Piracicaba where cane harvesters are manufactured, and for export as well.

"We will have sequence manufacturing with continuous flow, which allows to produce better and faster, which favors increased competitiveness and trading high technology products for the domestic and international markets", Rizzoli adds.

Labor
Construction of the factory took 18 months. During that period, Case Construction Equipment and Case IH boards already started operating at the new factory. Also, the new Parts Logistics and Distribution Center has been in operation in Sorocaba since the beginning of the year.

At present, there are more than 800 employees working in the Industrial Complex. Contracting is still going on and the forecast is to reach the workforce of 3,000 employees when this facility reaches its full production capacity. It is also expected to generate a further 4000 indirect jobs in the region.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Brasil tem peso para virar potência mundial, diz Wall Street Journal

O diário norte-americano The Wall Street Journal publica nesta segunda-feira um caderno especial sobre o Brasil abrangendo “da sua notável moeda forte e seu explosivo mercado de ações até o ardente debate sobre um astro do futebol”.

“Para o país do futuro, finalmente é amanhã”, diz a chamada da reportagem principal. “O Brasil virou a esquina e agora é uma nação de peso, ambição e fundamentos econômicos para se tornar uma potência mundial. Mas o país tem enormes desafios que precisa enfrentar até aproveitar integralmente esse potencial.”

Uma das reportagens trata das eleições deste ano e conclui que os brasileiros “querem mais do mesmo”. No plano internacional, o jornal escreve que “de repente”, o que o Brasil fala passa a ter importância no exterior, mas afirma que o País “escorrega no palco global”.

O jornal traz textos, ainda, sobre o projeto de expansão do BTG Pactual (um dos maiores bancos de investimento do País), o crescimento e os desafios da Embraer, a tentativa do governo de resolver os problemas das conexões de internet no País, a dupla de artistas conhecida como Os Gêmeos (veja galeria de imagens), os restaurantes de São Paulo, eventos culturais e dados estatísticos.

O Brasil foi escolhido como o primeiro de uma série de países que serão objetos de reportagens especiais. O objetivo do jornal, diz a “Nota do Editor”, é dar aos leitores “uma compreensão sobre um dos mais vibrantes e importantes lugares do mundo hoje”.

Fonte: Estadão - 29 de março de 2010 | 9h35
Sílvio Guedes Crespo

quarta-feira, 24 de março de 2010

Fiat quer ampliar investimento e pode fabricar Chrysler no País

Autor(es): José Maria Tomazela
O Estado de S. Paulo - 03/03/2010

O presidente mundial da Fiat, Sergio Marchionne, disse ontem em Sorocaba, interior de São Paulo, que o grupo pretende ampliar os investimentos no Brasil por considerar que a economia do País é "sólida e estável". Ele participou, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da reinauguração da fábrica de máquinas agrícolas da Case New Holland (CNH), empresa do grupo Fiat.

A fábrica ficou fechada desde 2001, após enfrentar uma crise na área agrícola, e foi totalmente modernizada para a reabertura, processo que exigiu investimentos de R$ 1 bilhão. Ao todo, o grupo completa este ano um plano de investimentos de R$ 6 bilhões (incluindo a fábrica de automóveis de Betim (MG), iniciado em 2008. A expectativa do mercado é de que a Fiat anuncie em breve o programa de investimentos para os próximos anos.

Segundo Marchionne, a economia brasileira está com saúde robusta e as previsões para 2010 indicam crescimento de pelo menos 5%. "Queremos crescer com o Brasil", afirmou. A CNH de Sorocaba é a maior fábrica de colhedoras agrícolas do mundo, com capacidade para 8 mil máquinas por ano.

Marchionne lembrou que a Fiat está no Brasil desde a década de 50 e, nos próximos cinco anos, quer reforçar sua presença no País. Destacou o papel de liderança brasileira na América Latina, um dos principais mercados do grupo no setor agrícola. "Hoje, o Brasil é um dos lugares em que os investimentos encontram ambiente mais seguro."

O executivo disse estar convencido de que os fundamentos macroeconômicos do País são duradouros no cenário internacional. "Os investimentos que decidimos fazer refletem essa estabilidade." Ele disse à agência Reuters que avalia a possibilidade de produzir veículos da marca americana Chrysler no País. Segundo Marchionne, a linha Jeep "seria a mais adequada". Globalmente, após a aliança com a Chrysler, o foco do grupo italiano é consolidar a parceria e administrar operações recentes, como a da China.

No Brasil, a fábrica de automóveis em Betim produz 800 mil unidades ao ano. O País foi um dos únicos no mundo a apresentar crescimento de vendas em 2009, de 11,4% em relação a 2008, apesar da crise.

Parte do investimento da nova fábrica foi financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A fábrica produzirá inicialmente colheitadeiras para grãos. Também fará componentes de máquinas para a construção civil.

O fechamento da fábrica anterior ocorreu antes da fusão da Case com a New Holland - que criou a CNH, depois adquirida pela Fiat. A nova unidade foi construída no mesmo terreno. Agora, a empresa passa a ter quatro fábricas: as outras ficam em Piracicaba (SP), Curitiba (PR) e Contagem (MG).

De acordo com o presidente da CNH para a América Latina, Valentino Rizzioli, a decisão de investir na nova unidade foi tomada há dois anos, antes da crise internacional. O fato de o Brasil não ter sofrido o impacto da crise levou o grupo a manter o projeto.

CONTRATAÇÕES

A empresa aposta no grande potencial de crescimento do agronegócio brasileiro. Há planos de fabricar também máquinas para o plantio e a colheita de cana. O empreendimento abriga um centro de distribuição que atenderá a América Latina. A CNH já contratou 800 trabalhadores para a unidade de Sorocaba, mas a previsão é de chegar a dois mil funcionários futuramente. O grupo faturou US$ 12,7 bilhões em 2009. No Brasil, o faturamento foi de R$ 3,8 bilhões.

CNH inaugura complexo de R$ 1 bilhão em Sorocaba

Autor(es): Alexandre Inacio, de Sorocaba
Valor Econômico - 26/02/2010


O vermelho e amarelo, sob a bandeira do grupo Fiat, poderiam indicar que uma fábrica da Ferrari estaria se instalando no interior de São Paulo. Os veículos que sairão a partir da próxima semana da unidade de Sorocaba (SP), no entanto, vão atender uma outra demanda, a de agricultores do Brasil e da América Latina interessados nas colheitadeiras das marcas Case e New Holland, que formam a CNH - braço de máquinas agrícolas da Fiat no mundo.

No próximo dia 2, a empresa inaugura oficialmente seu mais novo e moderno complexo industrial na América Latina, que conta com um centro de distribuição de peças e componentes. Foram pouco mais de dois anos de obras e um investimento de R$ 1 bilhão. O complexo teve financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Fundo Pró-veículo, do governo do Estado de São Paulo, e é considerado o maior investimento por uma empresa do setor já feito no Brasil de uma só vez.

"O Brasil e a América Latina têm vocação para a produção de commodities, especialmente as agrícolas. Obras de infraestrutura precisam e já estão sendo feitas nessa região pelos governos. Foi nisso que apostamos para criar esse novo complexo", afirmou Valentino Rizzioli, presidente da CNH para a América Latina e vice-presidente executivo do grupo Fiat.

A inauguração deve ter as presenças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador do Estado, José Serra. A nova unidade eleva para quatro o número de fábricas que a CNH tem no país. A empresa já tem plantas em Curitiba - onde são produzidos tratores e pulverizadores agrícolas e algumas colheitadeiras - , em Piracicaba (SP) - onde são fabricados colheitadeiras e implementos para cana de açúcar e café e colheitadeiras - e em Contagem (MG) - onde se concentra a fabricação de máquinas e equipamentos para construção. A ideia é que a planta de Sorocaba seja o centro de referência mundial para a fabricação de colheitadeiras do grupo.

Apesar do braço voltado para a construção civil, que representa 35% dos negócios no Brasil, a nova fábrica produzirá apenas os componentes das máquinas, que continuarão sendo montadas em Contagem, até que a planta mineira atinja sua capacidade total.

A planta de Sorocaba vai se dedicar principalmente à produção de duas novas colheitadeiras - elas já estão disponíveis no mercado brasileiro porque são importadas pela empresa. Além disso, serão produzidos componentes para abastecer as outras duas fábricas agrícolas, com a possibilidade de ser uma alternativa de suprimento para unidades de todo o mundo.

"O que vamos produzir em Sorocaba nós não produzimos em nenhuma outra fábrica da empresa no Brasil. Não vamos transferir nenhuma linha que temos em nossas unidades para a nova. Nosso plano é expandir a produção, não deslocar", afirmou Sérgio Ferreira, diretor-geral Case Agrícola para América Latina.

No alvo desses investimentos, mesmo durante a crise, está um mercado crescente na América Latina. Hoje, a Case detém uma fatia de 16% do mercado na região e tem como meta elevar sua participação para 25% nos próximos cinco anos. No Brasil, a marca fechou 2009 com uma participação de 15% do mercado doméstico de colheitadeiras, onde foram comercializadas 3.817 unidades, segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Para crescer mais, a companhia aposta na nacionalização das novas colheitadeiras que serão fabricadas em Sorocaba. Isso porque, em janeiro deste ano, a Case foi incluída no Programa Mais Alimentos, que facilita o financiamento de máquinas a taxas de juros mais competitivas. Para isso, contudo, a empresa precisa ter 60% dos componentes das máquinas de origem nacional, percentual que será atingido até o fim deste ano.

No ano passado, a receita global da CNH foi de US$ 12,7 bilhões. O faturamento na América Latina foi de R$ 3,8 bilhões, dos quais o Brasil representa aproximadamente 80%.

terça-feira, 23 de março de 2010

A volta do trem

A volta do trem
O Estado de S. Paulo - 22/03/2010

Três décadas depois de terem sido eliminados do cenário brasileiro, os trens interurbanos de passageiros voltam a merecer a atenção das autoridades e, se alguns dos planos já anunciados saírem do papel, eles estarão em operação dentro de poucos anos. Não se trata de mero saudosismo. Como em vários outros países, também aqui o transporte ferroviário de passageiros pode ter um importante papel no alívio dos congestionamentos em vias urbanas e nas rodovias e também na desconcentração das atividades econômicas e da população, o que acabará resultando na melhora da qualidade de vida nas grandes cidades.

O governo do Estado de São Paulo, por exemplo, pretende restabelecer o transporte regular de passageiros entre a capital e cidades próximas, como Sorocaba, São José dos Campos, Campinas e a Baixada Santista. Para isso, o governo José Serra assinou decreto, delegando à Secretaria dos Transportes Metropolitanos o encargo de formular políticas para o transporte sobre trilhos além da região metropolitana. O secretário dos Negócios Metropolitanos, José Luiz Portella, garante que, em até dois meses, os técnicos de sua Pasta estarão em condições de apresentar um plano nessa linha.

O programa paulista pode começar pela ligação São Paulo-Sorocaba. "Hoje, há um trânsito de pessoas que moram em Sorocaba e trabalham em São Paulo", argumentou Portella. "Muitas usam ônibus fretados, mas isso vai passar a ser feito, em algum momento, por trem."

As novas linhas serão integradas à rede da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), o que facilitará o acesso dos passageiros a diferentes regiões da capital e até de municípios da região metropolitana. Quanto mais passageiros utilizarem o sistema, menos ônibus e automóveis virão de cidades próximas para a capital, o que aliviará o tráfego nas rodovias e na cidade.

"Acabariam os congestionamentos nas estradas", prevê, com muito otimismo, o presidente da Associação Nacional de Transportes Públicos, Aílton Brasiliense. Para ele, é importante que um país classificado entre as principais economias do mundo, como o Brasil, tenha opções eficientes de transporte por avião, por rodovia e por ferrovia.

O transporte ferroviário interurbano de passageiros teve grande importância no País. Quatro dezenas de pequenas e grandes empresas operaram redes que chegaram a transportar 100 milhões de passageiros em 1960, sem contar o transporte urbano e o suburbano. Por falta de interesse das autoridades e pelos estímulos oferecidos pelo transporte rodoviário, o trem de passageiros ficou praticamente limitado ao transporte urbano (em São Paulo, com o Metrô e a CPTM).

Trens de passageiros de longa distância continuam em operação em países de dimensões continentais, como EUA, Canadá, Rússia, Índia e China, mas, no resto do mundo, o transporte de passageiros por ferrovia passou por transformações, sobretudo, a partir do momento em que empresas privadas passaram a operá-lo. Há, atualmente, uma forte predominância de ligações de média distância.

As ligações ferroviárias chamadas de regionais, com até 200 km de extensão, têm grande demanda e, em geral, não envolvem grandes investimentos na infraestrutura básica e nos sistemas de controle e segurança operacional, pois, em geral, utilizam redes preexistentes. Os maiores investimentos costumam ser nos próprios trens, que devem oferecer aos usuários conforto, segurança e confiabilidade suficientes para fazê-los abandonar ônibus ou automóveis e escolher o trem.

São linhas como essas que o governo de São Paulo pretende restabelecer. No plano federal, o Ministério dos Transportes iniciou estudos de viabilidade econômico-financeira de dezenas de ligações ferroviárias, inclusive no Estado de São Paulo, com o objetivo de selecionar 15 nas quais concentraria recursos, parte dos quais financiados pelo BNDES. O governo federal tem também o plano de construção do trem-bala entre São Paulo e Rio de Janeiro, com extensão até Campinas.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Artista faz intervenção em vacas da Cow Parade

Duas vacas da exposição urbana Cow Parade amanheceram com uma intervenção artística nesta segunda-feira em São Paulo. As obras expostas nas avenidas Paulista e Brigadeiro Faria Lima ganharam a companhia do “Touro Bandido”, criação do artista plástico Eduardo Srur.

Segundo a assessoria de Srur, o Touro ficou montado nas vacas até as 10h desta segunda-feira, quando foi retirado do local pela organização da Cow Parade.

A intervenção de Srur tem como objetivo “questionar se a exposição de vacas pela cidade de São Paulo representa de fato a arte pública e o seu papel transformador”, afirma o artista. “Não vejo nenhuma relação entre uma vaca, um símbolo de outro país, e a nossa cidade e sua história. Eu queria resgatar o imaginário brasileiro com o Touro Bandido, um animal que nunca foi domado em rodeios, foi personagem de novela e virou lenda nacional”, explica.

O artista define a presença de seu Touro como um contra-ataque: “A vaca é passiva e domesticável, mas mesmo assim ela invade as ruas da cidade. O touro se apropria dela, pois faz parte de sua natureza indomável”.

“Qualquer um que comprar uma vaca pode pintá-la e se tornar um artista?”, declara. “A vaca ficou estéril e o touro cria uma inseminação artística nela”, define o artista.

Eduardo Srur

O artista plástico Eduardo Srur é formado em Artes Plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). Srur realizou outras intervenções urbanas como vestir o Borba Gato com colete salva-vidas em um “resgate” de nossos monumentos e espalhar gigantescas garrafas PET à beira do Rio Tietê, ambas em 2008.






Fonte: IG São Paulo

quarta-feira, 17 de março de 2010

St. Patrick’s Day


Hoje celebra-se o St. Patrick’s Day

No dia 17 de Março, assim reza a tradição, homenageia-se o santo padroeiro da Irlanda: St. Patrick.

Desfiles, pessoas vestidas de verde com trevos desenhados na cara preenchem as ruas irlandesas onde existem duas palavras de ordem: festa e cerveja.

St. Patrick foi um missionário encarregado de converter os irlandeses ao cristianismo no século IV. Foi assim considerado o fundador da igreja católica na Irlanda.

O verde é a cor associada a este dia, por ser a cor da primavera e do trevo, símbolo irlandês.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Atlético Sorocaba fura regime e vai à Coreia do Norte

O Atlético Sorocaba, clube que pertence ao grupo do reverendo sul-coreano Sun Myung Moon, ajusta os últimos detalhes para fazer um amistoso em 5 de novembro contra a seleção da Coreia do Norte, que está classificada para a Copa de 2010, na África do Sul.

Jogos entre o selecionado norte-coreano e clubes de futebol são raros, uma vez que o país asiático vive sob um regime fechado e pouco acessível a visitantes estrangeiros.

Segundo o gerente de futebol do clube paulista, Julio Rondinelli, os jogadores brasileiros só saberão se a partida vai de fato ocorrer quando chegarem à Ásia. A delegação iniciou a viagem na segunda-feira à noite.

'A Coreia do Norte é um país que tem um regime diferente do nosso, então precisa de uma série de autorizações para confirmar a entrada de nossos jogadores no país'', disse.

Se confirmado, o amistoso será realizado em um estádio de Pyongyang, capital do país. A seleção da Coreia do Norte é uma das que menos fazem amistosos de preparação para a Copa com outras seleções. Nos últimos dois meses, os norte-coreanos enfrentaram apenas o Congo (0 a 0), na França.

Somente duas seleções estrangeiras participaram de amistosos no país: Líbano, em janeiro, e Guam, em agosto. A partida entre a Coreia do Norte e o Atlético Sorocaba vem sendo facilitada por patrocinadores ligados ao reverendo Moon, sul-coreano que tem uma igreja com forte presença no Brasil. Somente neste ano, a equipe, que disputará a Série A-2 do Paulista em 2010, já fez duas excursões à Ásia.

Fonte: Folhapress - 28/10/2009 - 09h02

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A-ha anuncia turnê de encerramento de carreira em 2010

OSLO - A banda norueguesa de pop A-ha, que fez grande sucesso na década de 1980, terminará sua carreira de quase 30 anos com uma turnê mundial em 2010, informou nesta quinta-feira, 15, a Universal Music.

"A banda realizará sua última turnê em 2010 para finalizar sua colaboração em um ponto alto", informou a Universal Music por meio de comunicado.

"Literalmente, vivemos ao máximo um conto infantil de aventuras por meio de uma carreira longa e gratificante, que superou nossas expectativas", disse a banda em um comunicado.

O grupo conseguiu seu maior êxito em 1985 com seu primeiro disco, Hunting High and Low, uma produção que incluiu a canção Take On Me. O grupo vendeu mais de 35 milhões de cópias de seus nove álbuns, uma cifra que chega aos 70 milhões se forem considerados os singles.

O A-ha, formado em 1982, ganhou vários prêmios, incluindo uma nomeação para o Grammy a Melhor Artista Revelação em 1986 e vários prêmios da MTV e do Spellemannsprisen, o equivalente norueguês do Grammy.

O trio, composto pelo vocalista Morten Harket, pelo tecladista Magne Furuholmen e pelo guitarrista Paal Waaktaar-Savoy, se separou por pouco mais de sete anos, de 1990 a 1998, quando se reuniu após uma apresentação no show para o prêmio Nobel da Paz daquele ano.

O último disco do A-ha, Foot of the Mountain, lançado em 2009, alcançou os primeiros lugares da lista dos mais vendidos da Alemanha, ficou em segundo lugar na Noruega e chegou à quinta posição no ranking britânico.


Fonte: Estadão - quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 16:01

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Bronzeamento artificial poderá ser proibido

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) dá hoje o primeiro passo para a proibição das câmaras de bronzeamento artificial. Um mês após o equipamento ser incluído na lista de fatores que comprovadamente provocam câncer pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc, na sigla em inglês), a Anvisa colocou em consulta pública uma resolução que proíbe o uso estético, o comércio, aluguel, doação e importação do produto.

"Seria uma contradição a agência permitir o uso de um equipamento que é associado ao aparecimento de tipos agressivos de câncer de pele", afirmou o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano. Segundo ele, uma sessão de 45 minutos do aparelho submete o consumidor a uma radiação ultravioleta equivalente a oito horas do pior sol.

A resolução ficará em consulta pública por 30 dias. Nesse período, deverá ser realizada também uma audiência pública, com a participação de representantes de vários setores, incluindo da Iarc. Barbano, porém, acha que dificilmente a proibição não será levada em frente.

"Isso pode ocorrer caso setores interessados apresentem provas suficientes sobre a segurança do produto. Algo difícil, sobretudo diante da classificação da Iarc." Não há estimativas oficiais sobre quantos aparelhos de bronzeamento artificial estão em funcionamento.

Atualmente, existe um regulamento para o funcionamento dessas máquinas com finalidade estética. Após a nova classificação, vigilâncias sanitárias de São Paulo e do DF avaliaram a atividade nas duas cidades. Barbano recebeu ontem resultados do levantamento de São Paulo.

"A lista de irregularidades é extensa", conta. Fiscais verificaram que não é respeitado o período mínimo entre uma sessão e outra, que não há registros dos clientes submetidos ao procedimento e que não é exigido atestado de médico.

A proposta colocada em consulta pública não prevê proibição para equipamentos com emissão de radiação ultravioleta destinados a terapias médicas, como para pacientes com psoríase e vitiligo. "As máquinas são outras, o registro é diferente. Para esses pacientes, a técnica é indicada e valiosa."

Fonte: O Estado de SP - hoje

terça-feira, 1 de setembro de 2009

USP avança em rankings internacionais

SÃO PAULO - A Universidade de São Paulo (USP) está entre as 100 melhores universidades do mundo e é a primeira da América Latina e do Brasil segundo dois dos principais rankings de avaliação das melhores instituições.

No Webometrics Ranking Web of World Universities, que faz a avaliação semestralmente, a USP subiu 49 posições e passou a ocupar o 38º lugar na classificação divulgada no final de julho, em relação à edição de janeiro de 2009.

Elaborado pelo Consejo Superior de Investigaciones Científicas do Ministério da Educação da Espanha, esse ranking classifica 6 mil instituições no mundo, dentre 17 mil avaliadas. A visibilidade e o desempenho global, que inclui indicadores de pesquisa e de qualidade de estudantes e docentes, são os principais critérios utilizados para elaborar o ranking.

No Ranking of World Repositories Top 300 Institutions, que integra a avaliação espanhola e classifica as Instituições por meio das bibliotecas digitais de dissertações e teses, a USP ocupa o 57º lugar, 29 posições acima da colocação obtida em 2008.

Na edição 2009 do Performance Ranking of Scientific Paper for World Universities, do Higher Education Evaluation & Accreditation Council of Taiwan, a USP ficou em 78º lugar, um salto de 22 posições em relação a 2008. O ranking avalia a pesquisa desenvolvida, tendo como critérios produtividade, impacto e excelência na investigação científica. As instituições também são classificadas por área do conhecimento. Em todas as áreas avaliadas a USP foi classificada como a melhor universidade brasileira.


Fonte: O Estado de SP