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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Poesia sem a letra “O”

SURGE fresca a madrugada,
Resplandecente de luz…
Salta alegre a passarada,
Num chilrear que seduz!

AS FILHAS da primavera,
De matizes deslumbrantes,
Enfeitam a natureza,
Sempre belas e radiantes.

A HUMANIDADE se curva,
Reverente e agradecida,
Ante a grandeza de Deus
Que � gente dá luz e vida.

NA IMENSIDADE das águas,
Nas várzeas ilimitadas,
Nas matas as mais agrestes
Nas serras e nas baixadas…

NESSE ambiente agradável
De paz que alegra e seduz,
Transparece claramente
A grandeza de Jesus!

NAS MARGENS de uma ribeira
Que desliza mansamente,
Canta um triste sabiá,
Uma balada plangente!

NAS ÁGUAS claras e lisas,
Nadam cisnes de alvas penas
Nas barrancas verdejantes,
Nascem lindas açucenas.

CAI A TARDE… nasce a lua,
Deusa de luz prateada,
Entre milhares de estrelas,
Na imensidade azulada.

PARA A ERMIDA singela,
Erguida na freguesia,
Seguem crentes a rezar
À Virgem Santa Maria!
(No Mundo das Excentricidades, ESPÍNDOLA, Itamar de Santiago)

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